Setembro foi um mês fora da curva no seu perfil, no melhor sentido. O conteúdo alcançou *276.008 pessoas*. Em agosto, esse número tinha sido 15.425, ou seja, o alcance de setembro foi quase 18 vezes o do mês anterior. Em
Oi! Passando pra te entregar o relatório do seu Instagram referente ao mês de setembro. Te mandei o link com todos os dados, gráficos e detalhes, e aqui embaixo eu destaco o que realmente importa do mês pra gente conversar. Foi um mês bem especial por aí.
Setembro foi um mês fora da curva no seu perfil, no melhor sentido. O conteúdo alcançou 276.008 pessoas. Em agosto, esse número tinha sido 15.425, ou seja, o alcance de setembro foi quase 18 vezes o do mês anterior. Em visualizações foram 466.287, contra 69.428 de agosto.
E o mais importante: mesmo alcançando muito mais gente, a qualidade da resposta se manteve. De cada 100 pessoas alcançadas, mais de 8 interagiram de alguma forma com o conteúdo, praticamente o mesmo nível de agosto, que já era bom. Crescer sem perder essa taxa é o sinal de que o conteúdo acertou o público certo, e não só mais gente.
No total foram 34.087 interações, dez vezes o volume de agosto: 20.311 curtidas, 4.465 compartilhamentos (em agosto foram 298), 2.165 salvamentos (em agosto, 312) e 416 comentários. Compartilhamento e salvamento são os sinais mais fortes que existem, porque significam que a pessoa achou o conteúdo útil a ponto de mandar pra alguém ou guardar pra ela.
E o perfil cresceu junto: foram 736 novos seguidores no mês e só 58 pessoas deixaram de seguir, um saldo de 675 seguidores e um crescimento de 9,49% em um único mês.
Pra você ter a dimensão da evolução: em maio, quando começamos o acompanhamento, o perfil somou 4.709 visualizações no mês inteiro. Em setembro foram 466.287, quase 100 vezes mais, em cinco meses de trabalho.
Preciso ser transparente sobre uma coisa: três vídeos estouraram muito acima do normal e puxaram esses números pra cima. Isso é motivo de comemoração, mas viralização é ponto fora da curva, não é o padrão do perfil. A média real do perfil vinha crescendo mês a mês (o alcance foi de 7.177 em junho pra 10.087 em julho e 15.425 em agosto) e, tirando os três vídeos que estouraram, os demais de setembro ficaram na faixa de 1 a 4 mil visualizações. Se no próximo mês os números voltarem pra essa curva de crescimento normal, está tudo certo, não é queda, é o comportamento saudável do perfil. O trabalho é fazer essa média continuar subindo.
Nos vídeos, o mês foi dominado por um tema: a experiência real de quem vive com enxaqueca. Foram 8 Reels publicados e, somados, eles passaram de 611 mil visualizações.
O maior destaque foi o vídeo do dia 12, “Quem vive com enxaqueca sabe que nem sempre a parte mais difícil é explicar a dor”, com 265.025 visualizações e 304 comentários. Ele não explica a doença, ele descreve o que a pessoa sente e o quanto é cansativo ter que provar que está mal. Quem vive isso se reconheceu na hora, e o volume de comentários mostra exatamente isso: gente contando a própria história nos comentários. Cada um desses comentários é uma pessoa dizendo, com as próprias palavras, que vive o problema que você resolve.
Na sequência vieram o vídeo do dia 22, “Enxaqueca não é exagero e também não é só uma dor de cabeça”, com 208.382 visualizações e 18.267 curtidas, e o do dia 16, sobre reconhecer os sinais antes da dor chegar, com 126.119 visualizações. Os três seguem a mesma linha: validação e identificação, antes da explicação técnica.
O contraste confirma o padrão: os vídeos mais técnicos do mês, como o da relação entre mandíbula e pescoço e o das agulhas, ficaram entre 1 e 4 mil visualizações. Conteúdo bom, mas que fala com a cabeça de quem já entende do assunto. O que faz o perfil crescer é o conteúdo que fala com a dor de quem ainda nem sabe que precisa de ajuda.
Em setembro, o feed teve uma publicação: um carrossel publicado no dia 4 em colaboração com a NNB Neurologia, sobre dor crônica que persiste mesmo com medicação e a neuromodulação como outro caminho. Como a autoria principal do post é da conta da NNB, ele não apareceu na lista de publicações do relatório do mês, mas ele está lá no seu feed. Publicamente dá pra ver 40 curtidas nele.
Então o quadro real é: 1 post de feed contra 8 Reels, e o mês foi carregado pelos vídeos. O contraste confirma a força do vídeo no perfil, e o carrossel segue como uma frente a explorar nos próximos meses, reaproveitando os temas que já provaram que funcionam em vídeo, como a enxaqueca.
Nos stories, o volume foi alto: 164 stories publicados no mês, com 22.951 visualizações no total e uma média de 140 visualizações por story. Manter essa presença diária é parte do que sustenta o crescimento do perfil, porque é nos stories que quem já segue continua lembrando de você entre um vídeo e outro.
O story mais visto foi o do dia 26 pela manhã, com 827 visualizações. E o padrão se repete nos mais vistos: os stories publicados entre 7h e 8h da manhã foram os que mais alcançaram gente. O story com mais interação foi o do dia 19, no começo da tarde, com 8 respostas diretas.
Um dado interessante: os stories em vídeo performaram melhor que os de imagem, com alcance médio maior (150 pessoas contra 118) e mais interações. Vale priorizar vídeo quando der.
Quem está do outro lado é bem definido: 62,51% do público é feminino, e a faixa etária dominante é a de 35 a 44 anos, com 37,05% dos seguidores. Somando as faixas de 25 a 54 anos, a gente chega a quase 85% do público. É exatamente o perfil de quem convive com enxaqueca e está em plena fase de trabalho e vida corrida, o público que mais sofre com as crises e o que mais procura solução.
Geograficamente, 58,81% dos seguidores estão em Salvador, seguidos por São Paulo, Lauro de Freitas, Rio de Janeiro e Feira de Santana. É um público concentrado e local, o que é ótimo pra conversão: são pessoas que conseguem, de fato, virar pacientes.
Esse perfil combina com a linha de conteúdo que está funcionando: mulheres que trabalham, que têm a rotina interrompida pela dor e que se sentem incompreendidas. O conteúdo de setembro falou direto com elas.
Agora a parte mais importante do relatório. Em setembro, o perfil recebeu 416 comentários. Descontando uma margem de 15% pra amigos, conhecidos e comentários que não representam oportunidade real, sobram cerca de 353 pessoas que comentaram porque vivem aquela situação.
Quem comenta “eu passo por isso” num vídeo sobre enxaqueca está dizendo, sem perceber, que é exatamente o tipo de pessoa que você atende. Cada comentário desses é uma porta aberta pra conversa. Só o vídeo do dia 12 concentrou mais de 300 comentários, ou seja, tem um volume grande de gente reunida num lugar só, esperando ser notada.
Além dos comentários, foram 20.311 curtidas de pessoas que se identificaram com o conteúdo mesmo sem escrever nada, e 736 pessoas novas que decidiram seguir o perfil porque o conteúdo fez sentido pra elas.
Por isso a gente reforça sempre: responder os comentários e olhar quem está interagindo não é detalhe, é onde a venda começa. É ali que a pessoa sai do número e vira paciente.
O insight de setembro é claro: o que move esse perfil é o conteúdo de identificação com a dor vivida, não o conteúdo técnico. Os três vídeos que passaram de 100 mil visualizações falam de sentimento, de validação e da vida real com enxaqueca. Os vídeos técnicos, mesmo bem feitos, ficaram na faixa normal de visualizações.
Isso não quer dizer abandonar a técnica, e sim inverter a ordem: primeiro a pessoa se reconhece na dor, depois ela se interessa pela explicação. O conteúdo técnico entra como resposta pra quem a identificação atraiu.
Pro próximo mês, a estratégia segue o que os dados confirmaram. Voltam os temas de vida real com enxaqueca: a dificuldade de explicar a dor pra quem está em volta, os sinais que aparecem antes da crise e a linha do “não é exagero”, que provou ter muita força. Os temas técnicos continuam, mas amarrados a uma história real, e vale explorar mais o carrossel no feed reaproveitando os temas que já provaram força em vídeo, como a enxaqueca, e testando outros da sua linha, como a dor crônica e a neuromodulação.
Sobre a expectativa: como setembro foi um mês fora da curva, o parâmetro pro próximo mês é a média real do perfil, não o pico. Se a gente mantiver a média subindo e a constância dos vídeos, o mês é bom, mesmo sem repetir os números de setembro.
Sobre horários: os vídeos estão saindo às 18h30 e foi exatamente nesse horário que os três vídeos estouraram, então a janela atual está validada pelos dados, não precisa mexer. Nos stories, a melhor resposta tem sido pela manhã, entre 7h e 8h.
O link do relatório completo, com todos os dados e gráficos de setembro, está aqui pra você consultar quando quiser.
E me conta uma coisa: esse mês foram cerca de 353 pessoas que interagiram comentando e que podem virar contato. Você está conseguindo dar conta de responder e abordar essa galera, ou tem sentido que passa muita coisa batido? Pergunto pra gente entender juntos se vale reforçar esse acompanhamento no próximo mês.